terça-feira, 6 de dezembro de 2016

NATAL EM SEU CONTEXTO!


A linda história do nascimento de Yahshuah, em Beit lechem (Belém), Sua vida como o representante do Pai Yahveh entre os homens, a confirmação e cumprimento dos ensinos da Tanak em forma humana,  a inspiração das Suas ordens e ensinos que pelo poder do ruhka kadosch foi escrita pelos seus  fiéis Emissários (os  quais foram chamados de netzarin - seguidores do Nazareno). Esta  história, tão forte e bela  foi copiada pelos romanos, mas não em sua essência e pureza, e sim,  misturada com as crenças de um povo que não conhecia o Eterno, aos poucos essa história viva, selada com sangue, incorporou a ideia deste povo opressor – os romanos.

Contexto do povo Yahud:
Os yahud (judeus),  com seus orgulhosos sacerdotes cheios de si, era dominado por Roma. O povo dividido entre os que rejeitaram veementemente o Mashyah, e os que alegremente davam sua vida por Ele. Os anos não podia apagar as marcas profundas deixadas nos descendentes daqueles que foram curados, daqueles que viram seus parentes ressuscitados e levados ao céu com o Mashyah, dos que presenciaram aquele dia de Pessach do ano 31 que dividiu a história, daqueles que viram o martírio dos discípulos nada podia apagar as marcas destes acontecimentos.
Surge neste contexto a igreja católica romana, que nada mais era do que uma mistura da mitologia grega, adicionada com a idolatria romana, abençoada por padres e bispos cheios de interesses políticos, tornada obrigatória à um povo totalmente ignorante, nascido em um berço social sangrento, cruel e insensível, sedento por sangue, totalmente destituída de qualquer conhecimento do Eterno, regida por superstições e caprichos de imperadores romanos déspotas e cruéis.
A miséria do povo era saciada com festas, honras aos seus deuses e lendas, e algumas Festas copiadas do povo Yahud,  - as Festas Fixas do Eterno, satanás assim consegue a grande profanação, e confusão que seria selada e prolongada pelos séculos que estariam a frente!
As pessoas eram obrigadas a aceitar todos ensinos de mentes doentias, os que não admitiam, eram mortos de diversas maneiras alguns nas arenas, homens mulheres e crianças, seu sangue era diversão e entretenimento, verdade selada com sangue, a mentira era comprada com honras e poder! 

Surgiram os bispos. Quem eram os bispos romanos?
No ano 312 – início do IV século. O imperador Constantino, com sua visão no céu, das letra XP (Chi – Ro) entrelaçadas com uma cruz, no batalha na Ponte Milvia, fundou os seguidores de Cristo, esta religião foi oficializada a partir de então, surgindo o cristianismo.
A perseguição selecionava os verdadeiros seguidores do Mashyah, e os seguidores do Cristo grego, templos eram erigidos como uma suntuosa materialização em alvenaria de palácios romanos e a vaga ideia do que era o templo do Eterno (destruído por Tito no ano 70).  A mistura estava em pleno vigor!
Os bispos eram pessoas que conheciam a história dos hebreus, de Yahshuah, estavam inseridos na corte, e não ousavam contrariar as ideias dos imperadores, adoradores de Mitra – o deus sol, por temor da perda de suas vidas, nada mais fizeram do que astutamente “agradar, romanos, gregos, troianos”, até porque qualquer “desagrado” podia custar-lhes a vida! Haviam bispos de todas as províncias, eram os que faziam valer os mandados dos imperadores romanos na cidades e povoados de agricultores e camponeses. Como o centro do mundo habitado de então era Roma, o bispo de Roma tinha a maior proeminência e status, e logo foi colocado como o mais importante, o cabeça de todos os  outros bispos, o que liderava e respondia por eles perante o império, o “cabeça da igreja de Roma” com poderes particulares.

O Natal nada mais é do que uma festa romana, que foi oficialmente instituída pelo papa Libério no ano 354, oficializado, pelos imperadores. A igreja católica foi composta de romanos, liderada por bispos, uma casta de que santificavam suas atitudes nada louváveis, mais sedentas de pompa e aprovação, do que preocupados com a verdade,  representavam o misticismo de crenças, e conceitos impostos pelo poder, eles liam os ketuvim netzarim, (escritos sagrados) -  não só liam, mas resolveram plagiá-los, mudando todos os nomes próprios inclusive o nome do Eterno Yahveh para Deus em homenagem ao ídolo maior do seu panteão, mudando o nome de Yahshuah, para Ievs, que veio a ser Isous e com a invenção da letra J (jota)  pelo francês Pierre de La Rammé que viveu no século XIV finalmente passou a ser Jesus. Instituiram as Festas para que a ideia se concretizasse na mente de todos de forma agradável e feliz!

Yahshuah nasceu discretamente,  “tabernaculou” entre nós na Festa do mês sétimo! A data do seu nascimento foi de tal forma exata, cumprindo a profecia de Dan. 7:25 na Sua unção do ano 27,  e completasse sua vida Pessach dia 14 de Abibe, na metade da semana, verso 26, quando tinha 33 anos e meio.

A Natal é uma festa com todos os matizes de idolatria e ocultismo, comemoração direta a  que
assista o vídeo!
É bem confuso mesmo... Semíramis “rainha do céu” (aquela que vc conhece como a Estátua  da Liberdade e aparece nas nossas notas de real ) estava grávida do seu próprio filho Ninrode, que morreu a deixando gravida e volta em seguida como a reencarnação de seu  filho – Tamuz nascido no dia 25 de dezembro – dia do solstício de inverno no hemisfério norte - sendo que o sol passou a ser também o símbolo de Tamuz.

A bíblia mostra Ninrode filho de Cuxe, filho de Cam que era filho de Noé ou seja, Ninrode era bisneto de Noé, e fundador de várias cidades, entre elas Babilônia - aquela da torre de Babel, Assíria e Nínive.  Assista o vídeo!

Semíramis tb é representada pela liberdade na revolução francesa, e é reverenciada pelos maçons.

Semírames é a mulher de olhos vendados que segura a Balança da Justiça, é um símbolo da justiça dos homens no mundo inteiro, inclusive está representado em Brasília pela Esfinge da Justiça (já sei o que vc pensou). Quando Tamuz morre, sua mãe diz que ele se fará presente em toda a terra na forma de chama ou vela, chamada a chama da Liberdade.

 A família tem nomes diferentes dependendo da época e cultura onde eram reverenciados:

·         Ninrode – Semíramis e Tamuz – assírios babilônicos e persas
·         Osiris – Íris e Horus – egípcios
·         Zeus – Afrodite e Eros – gregos
·         José – Maria e Jesus  - cristianismo de Roma


Uma contrafação de Yosef Miryam e Yahshuah


Quando se comemora o Natal, se comemora a saturnália, esta festa macabra e pervertida, um  sincretismo de ideias, uma confusão batizada pela religião oficializada por Roma  a  igreja católica -  católica significa universal – a religião que englobou a crença de todos os povos do universo conhecida a partir de então com o nome de cristianismo - para ser uma contrafação dos mitzavot do Altíssimo Yahveh dada ao povo hebreu, preservada a custa de sangue pelos seguidores do humilde Nazareno.

Por Diná Soares

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