terça-feira, 1 de setembro de 2015

Genética nas Escrituras! (parte dois)

“GENÉTICA NAS ESCRITURAS”

A reconstrução da genealogia da humanidade, a e a nossa própria história biológica se faz a partir de uma análise dos genes.

Escrito nas letras do DNA, existe um registro dos antepassados paternos de um homem!
Em cada conjunto de seus 23 pares de cromossomos, os seres humanos possuem um par de cromossomos responsáveis pelo sexo. As mulheres possuem dois cromossomos X e os homens um cromossomo X e um cromossomo Y.
O Cromossomo Y é um dos cromossomos responsáveis pela determinação do sexo e é ele que passa a descendência. A mulher gera o filho mas é o pai, quem mantem as características da descendência.
O cromossomo Y é o menor, dos cromossomos, mas sua tarefa é gigantesca, é o guardião da história familiar que é passada apenas pelos homens, sem nenhuma alteração, que por sua vez ao terem filhos do sexo masculino, dá continuidade a sua geração, semente, ou descendência.´
“Zerah”  que significa esperma, é a palavra usada na Escritura para definir “descendência”.
Apesar de que somos fruto do meio em diversos aspectos, não apenas traços físicos como a cor do olhos, mas algumas reações emocionais como o humor, nível de inteligência, natureza social, são traços passados geneticamente.
Ao ver os genes atuais e os antigos, os cientistas conseguiram observar as sequências mantidas no cromossomo Y ao longo do tempo. “É como comparar a lista de passageiros do Titanic com os nomes das pessoas resgatadas dos barcos salva-vidas”, ilustra o pesquisador do MIT.

Nas Escrituras, analisando a genealogia do Mashyah!
A Escritura repetidamente confirma a “linhagem de Sangue”, significando a sequência direta dos antepassados ou “a linhagem direta da descendência”. Com essas informações em mente vamos analisar a linda história que nos conta as Escrituras.

A “semente / cromossomo Y” de Sete filho de Adão foi preservado no dilúvio.
Caim e Abel
Toda a raça provém do cromossomo Y de Adão, que por sua vez foi originada pelo  Criador.
Caim e Abel, filhos de Adão, diferiam grandemente em caráter. Abel tinha um personalidade de fidelidade e obediência, Caim, porém, acariciava sentimentos de rebeldia, e murmuração.
No dilúvio apenas a descendência de Setel foi preservada, Yahveh declarou a Noé: “... Noé era varão justo e reto em suas gerações. Gên 6:9 ....te hei visto justo diante de Mim nesta geração” Gên. 7:1.
Adão, (Adam), Sete, (Shet),  Enos (Enosh),  Cainã (kenam),  Maalael, (Mahalal-Ul), Jared, (Yared ),  Enoque (Kanoch), Matusalém (Mathuseleh), Lameque (Lamech) Noé (Noakh).
Os filhos: Sem, (Shem) Cão (kam) e Jafé (Yafeh), foram os progenitores do gênero humano hoje
existente, neles estavam prefigurados o caráter de sua posteridade.


Caráter e Genealogia:

Noé (Noakh) falando por inspiração divina, predisse a historia das três grandes raças que se originariam desses pais da humanidade.
 Seguindo a linhagem de Cam, por meio do filho em vez de o pai, declarou ele:



Cam:

“Maldito seja Canaã; servo dos servos seja aos seus irmãos”. Gên 9:25.  
As más características da personalidade de Cam  perpetuaram-se em Canaã e sua posteridade, cujo delito, continuado, atraiu-lhes os juízos de Yahveh.

Shem e Yafeh:

Do outro lado, a reverencia de Shem e Yafeh  por seu pai, e também pelos estatutos divinos, prometia um futuro mais brilhante aos seus descendentes. Com relação a esses filhos foi declarado:
“Bendito seja o Soberano Yahveh de Shem; e seja-Lhe Canaã por servo. Alargue o Altíssimo a Yafeh, e habite nas tendas de Shem; e seja-lhe Canaã por servo”. Genesis 9:26, 27.
A posteridade de Canaã desceu as mais degradantes formas de paganismo. Posto que a maldição profética os condenasse a escravidão, esta condenação foi retida durante séculos até que os limites da longanimidade Divina foram ultrapassados e eles foram despojados, e se tornaram escravos dos descendentes de Shem e Yafeh.

Da linhagem de Shem devia descender Abraão, (Avahan), Isaque (Ytzak) e Jacó, (Yakov), o povo de Yashurul (Israel) e quatro mil anos depois aproximadamente viria o Redentor prometido.

“E Jafe, (Yafeh)   “habite nas tendas de Shem”. Das bênçãos do Eterno, os descendentes de Yafeh deveriam especialmente participar.

Em regra, os filhos herdam as disposições e tendências dos pais, e imitam-lhes o exemplo, de modo que os pecados dos pais são praticados pelos filhos de geração em geração.
“Um só pecador destrói muitos bens”. Eclesiastes 9:18.

De outro lado, quão ricamente galardoado foi o respeito de Shem para com seu pai! E que ilustre estirpe de homens kadoschim (santos) aparece em sua posteridade!
“O Eterno Criador conhece os dias dos retos”, “a sua descendência  abençoada”. Salmos 37:18, 26.
“Saberás pois que o Eterno  teu Yahveh soberano, justo e  fiel, que guarda o concerto e a bondade até mil gerações aos que o amam e guardam os Seus mandamentos. Deuteronômio 7:9.

Abraão (Avraham):

O filho de Terah,  Avraham, se tornou herdeiro desse kadosch (sagrado) depósito... Escolheu Avraham da linhagem de Shem e o fez guardador da sua lei para gerações futuras...deu-lhe conhecimento distinto das exigências da seus mitzvot (mandamentos).

 Foi feita a Avraham a promessa de uma posteridade numerosa e de grandeza nacional, promessa especialmente acatada pelo povo daquela época:
“Far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma benção”. E a isto acrescentou-se esta certeza, mais preciosa do que todas as outras para o herdeiro da fé, de que o Redentor do mundo viria de sua linhagem:
“Em ti serão benditas todas as famílias da Terra”. Genesis 12:2, 3.

Isaque (Ytzak):

Avraham aceitou sem duvidar a promessa de um filho do sexo masculino, que passaria sua zerah (semente) formando assim uma geração tão numerosa quanto a areia da praia e as estrelas do céu. Sua fé foi posta a prova; e quando sua mulher Sarah  estava com noventa anos e Avraham cem anos, lhes nasceu o  filho da promessa Ytzak (Isaque).

Treze anos antes, Hagar (serva) de Sarah, deu a Avram um filho - Ismael  (Ishmaúl)– mas  a semente de Ismael, não faria parte da descendência do povo adorador de Yahveh.

“Na verdade, Sarah tua mulher te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque (Ytzak) e com ele estabelecerei o Meu concerto.” Genesis 17:21

“Em Ytzak (Isaque) será chamada a tua semente”Genesis 21:12

“E quanto a Ismael”, (Ishmaúl) disse Ele:  “...também te tenho ouvido; eis aqui o tenho abençoado, [...] e dele farei uma grande nação.” Genesis 17:20
Ishmaúl é o progenitor dos Árabes.

Ytzak (Ytzak ) foi o protagonista de uma das mais belas histórias das Escrituras, e  demonstrou  a educação que recebera desde a meninice,  uma obediência pronta e confiante, e ao ser o propósito de Yahveh exposto perante ele, entregou-se com voluntaria submissão. O carneiro oferecido em lugar de Isaque (Ytzak),  representava o Filho de Yahveh, que seria sacrificado em nosso lugar.

Jacó (Yakov) e Esaú (Esav):

Yakov e Esav, (Jacó e Esaú), os filhos gêmeos de Isaque, apresentam um notável contraste, tanto no caráter como na vida. Esta dessemelhança foi predita pelo anjo de Yahveh antes de seu nascimento.
Quando em resposta a aflita oração de Rebeca, Ele declarou que dois filhos lhe seriam dados, revelou-lhe a historia futura dos mesmos, de que cada um se tornaria a cabeça de uma poderosa nação, mas que um seria maior do que o outro, e que o mais moço teria preeminência.
“E o Soberano lhe disse: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor.
E cumprindo-se os seus dias para dar à luz, eis gêmeos no seu ventre.
Gênesis 25:23,24

Quando um óvulo é produzido e fecundado por um só espermatozóide e se divide em duas culturas de células completas, origina os gêmeos monozigóticos ou univitelinos ou idênticos, os quais possuem o mesmo genoma.

Os gêmeos fraternos provem de óvulos diferentes, não se assemelham muito entre si, podem ter ou não o mesmo fator sanguíneo e podem ser do mesmo sexo ou não. Os zigotos formados vão se desenvolver independentes um do outro, em placentas diferentes. O que foi o caso de Rebeca (Raktivah) gerando dois filhos distintos em suas características.

Esaú (Esav):

O favorito do seu  pai,  cresceu amando a satisfação própria, e centralizando todo o seu interesse no presente. Não tolerando restrições, deleitava-se na liberdade selvagem da caça, era ousado e vigoroso,  cedo escolhera a vida de caçador. destemidamente percorria montanhas e desertos, voltando para casa com caça para seu pai, e com narrativas sensacionais de sua vida aventurosa.

Jacó (Yakov):

Um pastor silencioso e amante da paz, pensando sempre mais no futuro do que no presente, contentava-se com permanecer em casa, ocupado no cuidado dos rebanhos e no cultivo do solo. Sua paciente perseverança, economia e previsão eram apreciadas pela sua mãe. Suas afeições eram profundas e fortes, e suas atenções gentis e incansáveis contribuíam muito mais para a felicidade dela do que o fazia a amabilidade turbulenta e ocasional de Esaú (Esav). Para Rebeca, (Raktivah ) Jacó era o filho mais querido.

Filhos de Jacó (Yakov):

Os doze filhos de Jacó (Yakov) deram origem as doze tribos de Israel. Rúben (Reuven), Simeão (Shimmeon), Levi, Judá (Yahudah), Dã (Dan), Naftali, Gade (Gad), Asser(Asher),  Issacar (Yssachar), Zebulom (Zevulun), José(Yahusef)   e Beijamim (Benyamin).
Os sacerdotes (Cohen) pertenciam a linhagem de Levi (Leui) esse cargo era determinado apenas por sua herança genética.

A afiliação tribal era determinada de acordo com o pai. A escritura repetidamente confirma a “linhagem de Sangue”, significando a sequência direta dos antepassados ou “a linhagem direta da descendência”.

Mas a terra será repartida por sorteio, e receberão a sua herança segundo os nomes das tribos de seus pais (todas as mulheres para herdarem as propriedades de seu pai, tinham que contrair matrimônio com alguém da tribo que o pai pertencia, para que assim a herança permanecesse na mesma tribo. A herança não podia ser passada de uma tribo a outra tribo.) 

Quando uma mulher se aparentava com uma pessoa de outra tribo, seus filhos eram considerados como parte da tribo de seu pai.  Núm. 26:55, 36:5-12, Ezeq. 47:13-14.

É assim que procede até os dias de hoje perante os olhos daquele que nunca muda.!

José (Yahusef):

Houve um, entretanto, de caráter grandemente diverso — o filho mais velho de Raquel,  José (Yahusef), cuja rara beleza pessoal não parecia senão refletir uma beleza interior do espirito e do coração. Puro, ativo e alegre, o rapaz dava prova também de ardor e firmeza moral.
Escutava as instruções do pai, e gostava de obedecer a Yahveh. As qualidades que depois o distinguiram no Egito—gentileza, fidelidade e veracidade, já eram manifestas em sua vida diária. Morrendo-lhe a mãe, suas afeições prenderam-se mais intimamente ao pai, e o
coração de Jacó (Yakov) estava ligado a este filho de sua velhice. Ele “amava a José (Yahusef) mais do que a todos os seus filhos”. Genesis 37:3.

Filhos de José (Yahusef):

Outro assunto importante reclamava atenção; os filhos de José (Yahusef) deveriam ser com as devidas formalidades incluídos entre os filhos de Israel (Yahshorul),  José (Yahusef), vindo para a última entrevista com seu pai, trouxe consigo Efraim e Manasses (Efraym e Menashen). Estes jovens estavam ligados, por sua mãe, a mais elevada ordem do sacerdócio egípcio; e a posição de seu pai abria-lhes as portas da riqueza e distinção, caso preferissem eles unir-se aos egípcios. Era, entretanto o desejo de José (Yahusef) que eles se unissem ao seu próprio povo. Manifestou sua fé na promessa do concerto,  renunciando em favor de seus filhos todas as honras que a corte do Egito oferecia, e isto para ter um lugar entre as desprezadas tribos de pastores, as quais foram confiados os oráculos de Yahveh.  

Para os filhos de José (Yahusef) disse Jacó (Yakov):
“Os teus dois filhos, que te nasceram na terra do Egito, antes que eu viesse a ti no Egito, são meus; Efraim e Manasses (Efraym e Menashen) serão meus, como Ruben e Simeão (Reuven e Shimeon)”. Genesis 48:5. 
Eles se tornaram cabeças de tribos distintas, mas em Apocalipse Efraym deixa de existir por causa da idolatria, e em seu lugar aparece José (Yahusef) que foi neste caso duplamente abençoado!

Moisés (Mehshuáh):

Os filhos de Jacó (Yakov)  já se haviam tornado muito numerosos; “frutificaram, e aumentaram muito, e multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente; de maneira que a terra se encheu deles”. Muitos deles eram hábeis e inteligentes operários, e contribuíam grandemente para a riqueza da nação do Egito; o rei necessitava de tais trabalhadores para a construção de  seus magnificentes palácios e templos. Logo foram postos sobre eles maiorais de tarefas, e tornou-se completa a sua escravidão.
“E os egípcios faziam servir os filhos de Israel (Yahshorul) com dureza; assim lhes fizeram amargar a vida, com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo; com todo o serviço, em que os serviam com dureza.” “Mas quanto mais o afligiam, tanto mais se multiplicava, e tanto mais crescia”. Êxodo  1:7, 13, 12.
Enquanto este decreto estava em pleno vigor, um filho foi nascido a Anrão (Anham) e Joquebede (Yosheved), hebreus devotos da tribo de Levi . A criança era “um menino formoso” (Êxodo 2:2); e os pais, crendo que o tempo do libertamento de Yashorul (Israel) se estava aproximando, e que Yahveh levantaria um libertador para Seu povo, resolveram que seu filhinho não fosse sacrificado.
Moises (Mehshuah)) tornou-se paciente, reverente e humilde, “mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a Terra” (Números 12:3)

Idioma:
 
Fazia séculos que as Escrituras (tanak) haviam sido traduzidas para o grego, idioma então vastamente falado no império romano. Os judeus estavam espalhados por toda parte, e sua expectação da vinda do Messias era, até certo ponto, partilhada pelos gentios. Entre aqueles a quem os judeus classificavam de pagãos, encontravam-se homens que possuíam melhor compreensão das profecias da Escritura relativas ao Messias, do que os mestres de Israel.




Povo Yahshorul (Israel):

O descendentes de Abrão, Isaque e Jacó (Avrahan, Ytzak e Yakov) constituíram o povo escolhido por Yahveh. Por meio de Moisés (Mehshuáh) as Escrituras começaram a ser escritas na língua hebraica, língua falada por este povo. Deste povo nasce o Salvador....

Ao tempo do nascimento de Yahshuah, a nação estava irritada sob o governo de seus dominadores estrangeiros, e atormentada por lutas internas. Fora permitido aos judeus (yahudim) manterem a forma de um governo separado, (calendário e festas separadas) mas coisa alguma podia disfarçar o fato de se acharem sob o jugo romano, ou reconciliá-los com a restrição de seu poder. Os romanos pretendiam o direito de indicar ou destituir o sumo sacerdote, e o cargo era muitas vezes obtido pela fraude, o suborno e até pelo homicídio. Assim o sacerdócio se tornava mais e mais corrupto.

A vinda do Salvador foi predita no Éden. Quando Adão e Eva (Adam e Ishah) ouviram pela primeira vez a promessa, aguardavam-lhe o pronto cumprimento. Saudaram alegremente seu primogênito, na esperança de que fosse o Libertador. Mas o cumprimento da promessa demorava.
Aqueles que primeiro a receberam, morreram sem o ver. Desde os dias de Enoque (Kanoch), a promessa foi repetida por meio de patriarcas e profetas.

Pesquisado em Patriarcas e Profetas

Continua....

Leão da trido de Yahudah!

Por mais de mil anos aguardara o povo judeu (yahud) a vinda do Salvador. Yahveh escolhera a Israel (Yahshorul). Ele o chamara para conservar entre os homens o conhecimento de Sua lei, e dos símbolos e profecias que apontavam ao Salvador. 


Diná Soares

continua próxima parte "Genealogia de Yahshuah" (parte três)!




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